quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Budweiser vem fortalecer o portfólio de cervejas premium da companhia, ao lado de Stella Artois e Bohemia


 Para marcar sua chegada ao Brasil, a Budweiser, quarta marca de cerveja mais vendida no mundo, adotou como estratégia patrocinar 20 grandes nomes internacionais, que farão shows no Brasil nos próximos meses. Nomes como Red Hot Chilli Pepers, Pearl Jam, Britney Spears, Rihanna e Eric Clapton foram alguns dos escolhidos.

De acordo com Stella Brant, diretora de marketing da área premium da Ambev, subsidiária da gigante Anheuser-Busch Inbev (AB Inbev), que é dona da Bud, a ação faz parte do posicionamento internacional da marca de estar perto dos consumidores mais jovens, classe A/B, que gostam de música e têm um perfil mais “cool”. Ela diz que, com essa iniciativa, mais de um milhão de pessoas terão contato com a marca neste primeiro momento.

Além dos shows, a Budweiser também vai patrocinar o lutador de MMA (Mixed Martial Arts), Anderson Silva. A estratégia será exclusiva para um reality show na fanpage da marca no Facebook, que começou na última quarta-feira (17) e mostra os momentos de preparação do atleta para a luta do UFC 134, com realização no Rio de Janeiro, neste sábado (27), no HSBC Arena.
Além de acompanhar o treinamento do atual campeão dos pesos médios – o número de episódios não está definido –, os usuários do Facebook e fãs do atleta podem concorrer a ingressos para o evento por meio de uma promoção que possibilita aos interessados enviar mensagens de apoio a Silva. Os autores das melhores mensagens receberão ingressos VIPs com direito a acompanhante e acesso ao lounge da Bud.

A estratégia foi desenvolvida pela Africa, responsável pelo atendimento da conta no Brasil. A parceria foi negociada pela 9ine, que tem entre seus sócios o ex-jogador de futebol Ronaldo e o WPP Group. A Africa também está trabalhando no desenvolvimento da campanha de divulgação da cerveja, que deve começar a ser veiculada, em breve.
Segundo Stella, a Budweiser vem fortalecer o portfólio de cervejas premium da companhia, ao lado de Stella Artois e Bohemia, esta última, líder do segmento com 1,5% de participação.

Outra concorrente é a Heineken, que detém 0,4% do mercado e também tem como foco os jovens das classes A/B. A cerveja, produzida no Brasil desde o ano passado, é patrocinadora do Rock in Rio e do SWU. A Budweiser será fabricada no País, na planta da Ambev de Jacareí, em São Paulo, e deve custar cerca de 15% mais que as principais marcas da companhia como Skol e Brahma.


Outra questão que movimenta o mercado de cervejas é que a Fifa afirmou para o governo federal que deseja a venda de cervejas nos estádios durante os jogos da Copa do Mundo de 2014 – a venda de cervejas em estádios de futebol no Brasil é proibida. O motivo é comercial, já que a Budweiser é patrocinadora global da Fifa.
Para o professor Robert Alvarez, do núcleo de esportes da ESPM, diante da pressão da Fifa, alguma medida provisória será editada na ocasião. Ele também diz que só a Budweiser será vendida nos estádios.

“A Fifa vai fazer pressão para que se possa vender Budweiser nos estádios. Nenhuma outra marca de cerveja pode ser vendida em eventos da Fifa”, afirmou Alvarez.

Lucro da cervejaria holandesa caiu 13,6%, para US$ 875 milhões


 A cervejaria holandesa Heineken divulgou números desanimadores sobre o primeiro semestre deste ano e alertou que o lucro líquido de 2011 ficará estável em relação ao ano passado em consequência da estabilização das vendas em julho e agosto. Às 8h30 (de Brasília), as ações da empresa caíam 12,65% na Bolsa de Amsterdã.
O lucro líquido da Heineken caiu 13,6%, para 605 milhões de euros (US$ 875 milhões), de 700 milhões de euros no primeiro semestre do ano passado. O volume orgânico de vendas aumentou para 104,1 milhões de hectolitros. No entanto, a cervejaria "vem observando uma fraqueza nos volumes na temporada de maior venda, em julho e começo de agosto, refletindo as condições ruins do clima na Europa e a menor confiança do consumidor em alguns mercados importantes".

As perspectivas pessimistas da Heineken destacam os crescentes problemas enfrentados pelas cervejarias enquanto os consumidores apertam os cintos e reduzem os gastos com produtos discricionários diante das medidas de austeridade dos governos e dos receios com o aumento do desemprego.
Segundo a Heineken, essa tendência vai afetar as vendas e o lucro no segundo semestre deste ano e, por isso, a companhia prevê que o lucro antes de itens excepcionais, amortização e aquisições, ficará em linha com o registrado no ano passado, de 1,45 bilhão de euros. Ajustado, o lucro no primeiro semestre deste ano subiu 5,7%, para 694 milhões de euros.

A Heineken disse que, embora espere se beneficiar de um ambiente econômico positivo na América Latina, África Subsaariana e Ásia-Pacífico, prevê "eventos desafiadores para as vendas em partes da Europa e nos EUA, dada a atual incerteza econômica, o alto desemprego e a fraca confiança do consumidor". As informações são da Dow Jones.

Budweiser chega oficialmente ao Brasil


Após meses de especulação finalmente a Budweiser chega ao Brasil. O produto, que vai compor o portfólio premium da Ambev, será encontrado a partir deste mês em todo o país.  O Brasil será o primeiro mercado a comercializar Budweiser com sua nova identidade visual em todo o mix.
A marca será vendida em embalagens lata, long neck, garrafas de alumínio e de 600 ml. A produção de Budweiser acontece na fábrica de Jacareí, interior de São Paulo, que recebeu investimentos nas linhas de produção para o desenvolvimento da cerveja.

Com sua chegada, a Ambev espera incentivar ainda mais o segmento premium nacional, que hoje corresponde a 5% do mercado total de cervejas e tem muito potencial de crescimento.
No Brasil, a marca global vai atuar nas plataformas de música e esportes internacionais, apoiando shows e eventos como FIFA World Cup, UFC (Ultimate Fighting Champioship), que terá sua primeira edição nacional este mês no Rio de Janeiro e mais de 20 shows só este ano.

A marca será ativada em todas as mídias e uma das principais plataformas será a digital, que estréia com um reality show exclusivo com a preparação do grande campeão de MMA Anderson Silva para a grande luta da sua vida no perfil da marca no Facebook.

“Budweiser combina muito com o momento que estamos vivendo no Brasil. O mercado Premium tem grande potencial de crescimento e a chegada da marca deve incentivar ainda mais este segmento. Além disso, a comunicação da marca fala de otimismo e celebração, e o país vive todo esse clima e com tudo de bom que vem por aí: Jogos Olímpicos, Copa do Mundo e muito mais, explica Stella Brant, gerente de marketing premium da Ambev.

Empresas tentam usar marketing para vender bebidas premium


Na teoria, cerveja premium quer dizer que o líquido foi elaborado com ingredientes cuidadosamente selecionados, como puro malte e nobres cereais, que resultam em um produto de qualidade superior. Uma espécie de obra-prima elaborada por mestres cervejeiros. No Brasil, graças ao jeitinho das empresas - e uma boa ajuda do marketing -, a cerveja premium virou sinônimo de bebida, em média, 40% mais cara do que marcas vendidas em grandes volumes.
A distorção, porém, não significa que o que se classifica como premium seja ruim. Apenas que não merece o título, porque não obedece aos cânones que definem a fabricação de uma bebida premium. É pura estratégia de marketing na tentativa de convencer, em particular o público jovem, que vale a pena pagar mais por uma cerveja que não tem nada a mais do que o encontrado nas marcas habituais do mercado: Brahma, Antarctica, Skol, Itaipava, Kaiser, Nova Schin e outras.
Apesar desse conhecido contexto entre mestres cervejeiros e executivos do segmento, o tal mercado de cerveja premium vai ganhar os holofotes. Pelo menos na propaganda. Será nele que a indústria cervejeira vai focar seu arsenal de marketing nos próximos anos. Pelos dados referentes a 2010 da consultoria Euromonitor, o setor produziu no Brasil 12,579 bilhões de litros e faturou R$ 56,732 bilhões. Menos de 7% desse total corresponde à categoria premium. Há muito a ser feito.
No momento, uma das iniciativas que vai estimular o aumento de participação da cerveja premium está na estratégia adotada para o retorno ao mercado nacional da americana Budweiser, agora incorporada ao portfólio da gigante Ambev. O lançamento oficial ocorre amanhã, no Rio.

De outro, está o reforço de vendas da marca holandesa Heineken, que pretende dobrar o tamanho da distribuição no Brasil, intensificando a presença nos pontos de venda. Candidata a comprar a cervejaria Schincariol, que deve acabar nas mãos do grupo japonês Kirin, se conseguir superar a disputa familiar pelo controle da empresa na Justiça, a Heineken vai ter de conquistar mercado com as próprias vendas. Conta para isso com a poderosa logística da Coca-Cola. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Compra da rival pode aumentar a capacidade da SABMiller no ramo de cerveja da Austrália


 A Foster's rejeitou nesta quinta-feira a oferta de 10 bilhões de dólares feita pela rival SABMiller, pela segunda vez, enquanto acionistas da companhia australiana aguardam uma proposta melhor da cervejaria global.
Na quarta-feira, a SABMiller informou que levaria a oferta diretamente aos acionistas da Foster's, buscando obter cerca de metade do mercado de cerveja na Austrália, com uma oferta repetida de 4,90 dólares australianos por ação.

A Foster's afirmou nesta quinta-feira que a proposta subvaloriza significativamente a companhia.
"Eles estão fazendo a coisa certa. Eles provavelmente conseguirão um preço melhor em algum momento e essa estratégia provavelmente é a correta", afirmou o analista Craig Young, da Tyndall Investment Management.
"O mercado acredita que um preço maior está próximo. A expectativa é de algo acima de 5 dólares australianos e num cenário melhor acima de 5 dólares australianos. Então estamos falando de 5,10; 5,20 dólares australianos, talvez até 5,30", acrescentou.

A SABMiller, que fabrica as marcas Peroni, Grolsch e Miller Lite, há tempos vem sendo apontada como a favorita para adquirir a Foster's desde que rivais como a Heineken lutam contra endividamento ou falta de financiamento adequado.
A transação da SABMiller para se unir às marcas Victoria Beer, Pure Blonde e Cascade marcaria a maior aquisição no setor de cerveja desde a compra da norte-americana Anheuser-Busch pela InBev por 52 bilhões de dólares em 2008.

sábado, 6 de agosto de 2011

Cervejas tentam conquistar os hispânicos dos EUA



A cervejaria gigante no mundo que estão se esforçando para se expandir para o mercado dos EUA lento, estão intensificando seu namoro de hispânicos no país.

Nesta temporada de verão em os EUA, MillerCoors lançado rótulos e embalagens bilíngües, somando-se as caixas de texto contendo Espanhol garrafas ou latas de Coors Light marcas e Miller Lite. Também patrocina o campeonato de futebol mexicano.

InBev NV Anheuser-Busch, que diz que seu Bud Light e Budweiser é o mais vendido entre U. S. hispânicos, está aumentando seus gastos em anúncios na imprensa espanhola.A empresa assinou um acordo que Bud Light vai patrocinar a turnê do rapper cubano-americano Pitbull.
Enquanto isso, empresas como a Heineken NV e Importações Crown LLC, que importam populares lagers mexicana, está publicando novos anúncios que contam ampliar o apelo de suas marcas em todo o mercado hispânico.
A oferta vem no momento em que o mercado de cerveja em os EUA aparece indo para o terceiro ano consecutivo de queda nas vendas volumes, em parte porque o elevado desemprego diminuiu o poder aquisitivo da base de clientes: os homens 21 a 34 anos.

Mas a rivalidade também reflete a importância de longo prazo dos consumidores hispânicos.Em 2030, os hispânicos representarão 23% da idade legal para beber (21 anos em os EUA), em comparação a 16% em 2010, segundo previsões da U. S. Census Bureau De acordo com pesquisas pela Crown Imports, cujas marcas incluem Corona Extra, a cerveja que mais vende importados de os EUA - hispânicos também tendem a consumir mais cerveja do que os não-hispânicos quando bebem.

O principal desafio do cervejarias para atrair os hispânicos é criar anúncios com que eles são autênticos, diz Juan Tornoe, um parceiro de Cultural Strategies Inc., a Austin, Texas, que se especializa em marketing multicultural. A qualidade dos anúncios de cerveja visando hispânicos tem variado muito ao longo dos anos, ele diz.

Em 2004, a cerveja mexicana Tecate importados desencadeou uma polêmica com um cartaz que mostrava uma garrafa da marca com o slogan em Inglês: "Finalmente, um frio Latina."Tecate, então importados por uma empresa belgo-mexicano conjunta, retirou o aviso depois de alguns consumidores hispânicos reclamou que marca todas as mulheres símbolos sexo apaixonado Latina. "A coisa mais importante é não estereotipar e ter em conta a cultura", diz Tornoe.
Importações coroa, cujas marcas incluem Modelo Especial, a terceira cerveja importada do país, está desenvolvendo diversas campanhas para cada uma de suas marcas mexicanas, procurando minimizar a sobreposição nas mentes dos consumidores, disse Bill Hackett, presidente da Crown, que é de propriedade conjunta da cervejaria mexicana Grupo Modelo SAB e fabricante de vinhos norte-americanos e Constellation Brands Inc. espíritos

Avisos em Inglês e Coroa espanhola, por exemplo, com destaque para um cenário de praia de luxo para destacar o status da marca upscale. Em contraste, a nova publicidade televisiva de língua espanhola para os modelos mostrando um jovem de classe média chamado Mario divertindo com os amigos em uma boate em Los Angeles. À primeira vista, o narrador diz, Modelo Especial pode parecer qualquer marca, e Mario pode parecer uma pessoa normal.Acontece que Mario é uma dançarina de especialistas, demonstrando-para a surpresa de seus amigos tomando uma garçonete para dançar a ravina, um atrativo e exigente dança mexicana-americana.
Crown também está adaptando seus produtos para ocasiões especiais, quando você bebe cerveja, como reuniões de família. A empresa recentemente lançou uma versão da Família-Corona cerveja engarrafada, de 946 centímetros cúbicos, em alguns estados, incluindo o Arizona ea Califórnia.

A MillerCoors U. S. começou uma ampla campanha no ano passado para promover suas marcas entre os fãs de futebol mexicano, assinando um acordo para Coors Light é a cerveja patrocinadora da primeira divisão de televisão do México e dos EUA outros . A segunda maior cervejaria dos EUA prejudicar as vendas é a maior fornecedora de quota de mercado, o braço dos EUA de Anheuser-Busch InBev. MillerCoors diz sua participação entre os hispânicos é menor do que sua quota de mercado global de cerca de 30%.



Las ventas de cerveza en la Argentina aumentaron


Vendas de cerveja na Argentina aumentou de forma constante, passando de 12.685 mil hectolitros em 2000 para 19.860 em 2010, a Casa Brewery Argentina (CAIC) e do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). O setor em terceiro lugar no ranking das maiores vendas de alimentos e bebidas em canais de varejo, atrás refrigerantes e biscoitos. Sobre o consumo de bebidas alcoólicas a partir de 3.051 milhões de litros em 2009, capturado cerveja de 60% ​​e 34% de vinho, quando este último em 80 absorveu quase 90%. Parte do que acontecia era atribuído à maior qualidade da cerveja, a distância entre seu preço eo vinho e preferências e identificação de pessoas mais jovens com menor poder aquisitivo. O consumo de cerveja local seria de 62 litros per capita em 2010. Classificado em 60 º no ranking mundial de 2007 com 41,4, pouco mais de um quarto dos 160 na República Checa, o que levou de acordo com os últimos dados disponíveis no Brewery House Argentina. Marcas Registradas com preços mais baixos em outros cresceu como resultado da crise econômica. 
Houve alguma substituição das importações pela artesã local, que participam com 6% versus 94% da indústria. O branco continua sendo a mais demanda 90% do consumo em vidro de um litro retornável e Preto tem cerca de 5% em suas apresentações. Quando a luz diminuiu, sem álcool, o prêmio se recuperou, com preços mais elevados e absorver a 3% do consumo total. Mais de 40% das vendas de cerveja continue a tomar forma no verão, como evidenciado pela evolução dos resorts e lançamentos. Antes de vendas de longo proibida nos quiosques da cidade de Buenos Aires, a procura era principalmente a cargo varejistas tradicionais (especialmente aquelas lojas que exibem maior presença no interior), com 55% . Em seguida é a supermercados, com 20%, hipermercados, 15%, e os quiosques e lojas de conveniência, com 10%.

Para a Comissão Nacional de Defesa da Concorrência (CDNC) aprovou a incorporação teve que vender marcas locais Palermo, Bieckert e Imperial controlado 7% do mercado global e faturado o equivalente a 25 bilhões de dólares anualmente, e na fábrica a Buenos Aires Luján uma empresa sem presença no mercado. Apesar do questionamento de concorrentes potenciais, a transacção em cerca de US $ 100 milhões foram realizados com Inversora Brewery (ICSA), composto por ARG, presidida por Ernesto Gutierrez como acionista majoritário, que estava acompanhado por Eduardo Eurnekian, controladora da Aeropuertos Argentina 2000 e fundos geridos por investidores europeus UBS. ICSA esperados para trabalhar a plena capacidade com o conselho de Córdoba e assinou acordos preliminares Pritty para desenvolver marcas para supermercados e exportação a granel. Quase simultaneamente com a operação de outrora, Quilmes decidiu construir uma fábrica de cerveja em Tucuman e uma linha de bebidas engarrafadas na localidade de Zarate. 
 
Um plano de investimento de cinco anos de 3.000 milhões de pesos a 2015 executivos anunciou Brewery e Malting Quilmes para a presidente Cristina Fernandez de Kirchner em 06 de julho. A empresa-mãe InBev-Anheuser-Busch criado pela fusão entre o proprietário americano de Budweiser e InBev, a companhia belga vai expandir a capacidade de produção de cervejas e refrigerantes, modernizar a fabricação de garrafas de vidro para as marcas que não pagam royalties, Quilmes e Brahma - para complementar um novo forno de vidro Rigolleau na província de Buenos Aires, e vai investir 100 milhões de pesos para um parque logístico no Mercado Central de Buenos Aires. Receitas Quilmes, totalizando vendas da PepsiCo e Brahma, 4,921 milhões de pesos em 2010 (20% a mais que em 2009). Emprega 4.700 pessoas e tem dez fábricas, oito centros de distribuição e uma rede de 200 distribuidores independentes. 

 
Na Argentina, algumas empresas estão cruzados. A Budweiser americana licença foi concedida até 2025 para CCU, que tem entre seus acionistas para a cervejaria holandesa Heineken, que a maior concorrente AB InBev (resultante da fusão entre a americana e belga InBev Budweiser) tem o Argentina manipulação de uma de suas principais marcas. 

 
Argentina era um bom lugar para as importações de grandes marcas, no momento em que os Estados Unidos e mais tarde no México, Holanda e Alemanha, que ascenderam a 2% do consumo. Recorde-se que após a desvalorização foram substituídos em parte por produtos nacionais.